46ª FATACIL
46ª FATACIL
Alguns momentos de 2026
📸 FOTOS 📸
Luís Encarnação
Presidente da Câmara Municipal de Lagoa
André Gomes
Presidente da Região Turismo do Algarve
Programa musical 2026
• 21 de agosto – Tony Carreira
• 22 de agosto – Festa M80
• 23 de agosto – Hybrid Theory (tributo a Linkin Park)
• 24 de agosto – Vizinhos
• 25 de agosto – Plutónio
• 26 de agosto – Sara Correia
• 27 de agosto – Quim Barreiros
• 28 de agosto – Richie Campbell
• 29 de agosto – Nininho Vaz Maia
• 30 de agosto – Os Quatro e Meia
FATACIL
Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa
ℹ️
📍 Gps
➡️ Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa
🅿️ Parque Estacionamento
➡️ Estacionamentos nas estradas
⏰ Horario
🎫 Preçário
➡️ Individual - 5 €
➡️ Família (4 pessoas com + 12 anos) - 16 €
➡️ 10 dias da Fatacil - 30 €
➡️ Os visitantes até aos 12 anos têm entrada gratuita, mediante a apresentação do respectivo documento de identificação
🎫 Bilheteiras
➡️ Na entrada, durante os dias
➡️ Online
➡️ Tesouraria do Balcão Único do Município
➡️ Lojas CTT / Lojas Worten / Convento de São José
♿️ Mobilidade Reduzida
➡️ Recinto totalmente acessível
➡️ Espaço reservado para assistir aos concertos
🚾
➡️ Wc´s no recinto
🏧
➡️ MB no recinto
ℹ️ Organização
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Mariza & Orquestra Clássica do Sul - Fatacil 2019
FATACIL EQUESTRE
Carminho & Tiago Bettencourt - Fatacil 2016
Alguns Momentos ...
2025
📸 © D+ Photos ®
2024
📸 © D+ Photos ®
📸 360º Fernando Daniel
HISTÓRIA - FATACIL
2026 - 2025
Mais de 200 mil visitantes
2026
A 45ª edição apostou fortemente na diversidade, inovação no recinto e expansão da oferta cultural.
A alta procura por parte dos expositores levou a que o evento esgotasse os espaços logo na primeira fase de candidaturas, impedindo a abertura de uma segunda fase.
Contou com cerca de 700 expositores.
Através de uma parceria que envolveu o Exército Português, a Força Aérea Portuguesa e a Associação de Veteranos Paraquedistas do Algarve (AVPA), permitiram a que os visitantes pudessem ver o carro de combate (tanque) Leopard 2A6 do Exército Português, tendo sido uma uma das grandes atrações da FATACIL.
Juntamente com um espaço dedicado com Drones expospostos e da experiência de simulação de voo e realidade virtual (VR) através da presença da Força Aérea e entidades ligadas à aeronáutica.
O simulador de capotamento utilizado em ações da GNR, também contou com bastante adesão.
Os espetáculos equestres ganharam ainda mais dimensão em 2026, com apresentações e performances de cavaleiros de renome nacional e internacional ao longo de todos os dias.
A programação musical, distribuída pelo palco principal e pelos quatro palcos secundários, permitiu chegar a diferentes públicos e criar diferentes ambientes ao longo do recinto.
Uma área de diversão renovada e direcionada para o público mais jovem e famílias.
Apesar das condições meteorológicas atípicas que marcaram alguns dias da FATACIl, com períodos de chuva pouco habituais para o mês de Agosto, manteve-se uma forte adesão demonstrando a relação que o público mantém com a FATACIL.
O dia de maior afluência registou mais de 24 mil visitantes, alcançado no dia 24 de Agosto 2026, impulsionado pelo concerto do grupo alentejano Vizinhos.
Mais de 200 mil visitantes passaram pelo recinto.
2025
Trouxe várias melhorias estruturais, novas experiências para o público e um foco reforçado na sustentabilidade ambiental.
O primeiro dia contou com uma demonstração de salto em queda livre pelos paraquedistas do Exército (Falcões Negros) e exibições cinotécnicas da GNR.
Uma das grandes surpresas foi a introdução de voos de balão de ar quente.
A feira consolidou a sua dinâmica musical dividindo a animação por três palcos principais: o Palco FATACIL (grandes concertos), o Palco Lagoa e o Palco Algarve (focados em artistas locais e DJ sets).
O espaço para o público mais jovem e famílias foi expandido, contando com novas áreas de lazer e entretenimento.
A zona da gastronomia e restauração passou a abrir mais cedo aos Sábados e Domingos, a partir das 15h, permitindo aos visitantes almoçar tardiamente ou petiscar antes da abertura oficial de todo o recinto às 18h .
Os espetáculos equestres mantiveram-se como um dos grandes pontos altos, juntando-se às áreas tradicionais de artesanato, agricultura, turismo, comércio, indústria e gastronomia regional.
A programação musical, distribuída pelo palco principal e pelos quatro palcos secundários, permitiu chegar a diferentes públicos e criar diferentes ambientes ao longo do recinto.
Cerca de 700 expositores.
Mais de 200 mil visitantes frequentaram a FATACIL.
2024
Recorde actual de afluência diária
A principal alteração estrutural focou-se no exterior para facilitar a entrada e saída de veículos, melhorando a fluidez do trânsito e a comodidade do público.
Criado um novo parque de estacionamento nas imediações do Parque Municipal de Feiras e Exposições em Lagoa.
Adicionado mais 1 palco secundário (Palco Algarve).
A noite do concerto dos Calema, a 24 de Agosto de 2024, registou o recorde actual de afluência diária.
Pela primeira vez em 43 anos, as bilheteiras encerraram por atingir o limite máximo de segurança no espaço (oficialmente 36 mil pessoas em simultâneo no recinto por volta das 22h30).
Embora o limite instantâneo de segurança fosse de 36 mil pessoas, a rotação de público ao longo de todo esse dia fez com que o evento atingisse um pico histórico de 42 mil visitantes num único dia.
700 expositores.
Mais de 200 mil visitantes frequentaram a FATACIL.
2023
O maior aumento do recinto
A expansão física das instalações da FATACIL em 2023 foi marcada pelo maior aumento de área da história do certame.
O recinto ganhou mais 9.000 metros quadrados de espaço total, expandindo-se para lá dos 57.000 metros quadrados habituais.
O ganho de espaço permitiu alargar zonas críticas como a Fun Zone (dedicada aos jovens), o espaço lounge dos Vinhos do Algarve e a área de exposição "Amar a Terra".
O espaço passou a contar com dois novos acessos físicos, resolvendo um problema histórico de circulação, facilitando tanto o fluxo de visitantes como a logística de montagem e desmontagem das estruturas.
Resultou numa feira muito mais fluida, segura e confortável para os mais de 200 mil visitantes que a frequentaram.
Os concertos do Palco FATACIL (o palco principal) passaram a ser transmitidos em ecrãs na zona da restauração.
Esta alteração permitiu que quem estivesse na zona de restauração ou no Espaço Lounge dos Vinhos do Algarve pudesse assistir aos espetáculos musicais com maior comodidade.
Teve um espetáculo de videomaping, alusivo aos 250 anos da criação do concelho, animação de rua, uma peça de teatro infantil e o maior espaço de sempre destinado para as brincadeiras dos mais novos.
Regresso de copos reutilizáveis, descartando as unidades de utilização única.
Nesta edição não houve o habitual fogo de artificio, na última noite, tendo sido substituído por um espetáculo de drones multimédia.
Recorde de bilhetes online, com a venda de 32 mil entradas.
A 27 de Agosto de 2023, Mariza e a Orquestra do Algarve juntavam-se num concerto único, levando 23 mil pessoas a bater o recorde de visitantes diários.
700 expositores.
Recebeu mais de 200 mil visitantes.
2022
210 mil visitantes
Realizou-se após 2 anos de interrupção, devido à pandemia da covid-19.
Apresentou um recinto alargado e várias novidades estruturais e de animação.
Implementação de uma nova presença digital e plataformas renovadas para facilitar o acesso a informação e bilhetes.
A lotação máxima do espaço passou de 20 mil para 28 mil pessoas por dia.
O palco de grandes concertos mudou de localização dentro do recinto para melhorar a visibilidade e o fluxo de público.
Criação de um segundo palco (Palco Lagoa) na zona da restauração, dedicado a artistas locais e a vários géneros musicais (desde o pôr do sol até às 22h00), alargando a oferta além dos tradicionais ranchos folclóricos.
O concerto de Fernando Daniel bateu o recorde de afluência diária do certame a 27 de Agosto de 2022, com 34 mil visitantes diários.
Foi o primeiro grande recorde após a pandemia, impulsionado pela expansão física das instalações da feira.
700 expositores.
Recebeu quase 210 mil visitantes.
2020 - 2021
Covid-19
Em 2020 e 2021, o formato tradicional da Fatacil foi cancelado devido às restrições provocadas pela pandemia de COVID-19.
A medida seguiu as regras de segurança para proteger a saúde pública.
Em 2021, de forma a manter o espírito da FATACIL vivo, o Município de Lagoa organizou um evento alternativo, seguindo as normas e regras de segurança impostas pela DGS na altura.
Concertos na FATACIL'21, decorreu entre 19 e 22 de Agosto de 2021, focado exclusivamente na música, com uma plateia controlada e sentada.
Recinto tinha uma lotação de 988 lugares sentados.
3952 visitantes no recinto.
2019
1ª vez 200 mil visitantes
A FATACIL 2019 celebrou a sua 40.ª edição com o mote "40 edições, 40 novidades", destacando-se pela expansão do recinto e por novas infraestruturas.
O espaço da feira cresceu mais 1 hectare, permitindo uma melhor circulação e maior área para expositores e visitantes.
Uma nova zona dedicada à inovação, tecnologia e demonstrações empresariais.
Introdução do copo ecológico reutilizável no recinto, promovendo a sustentabilidade ambiental.
Destaque para espetáculos equestres de referência, incluindo a estreia absoluta em Portugal do cavaleiro espanhol Paco Martos.
O palco principal mudou-se para o topo poente do Estádio Capitão Josino da Costa, tornando-se num dos maiores palcos de sempre do evento para melhorar a visibilidade dos espetáculos.
A 24 de Agosto de 2019, Mariza e a Orquestra Clássica do Sul juntavam-se num concerto único, levando 30 mil pessoas a bater o recorde de visitantes diários.
700 expositores.
A fasquia dos 200 mil visitantes foi atingida pela primeira vez em 2019.
2018
Ampliação parques de estacionamento
Foi inaugurada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Sob o mote "Lagoa – Cidade Educadora", o evento deu grande destaque institucional e pedagógico à Educação ao longo dos 10 dias de feira.
Introdução de estreias nacionais e exibições inéditas no programa equestre.
Presença reforçada de artesãos premiados vindos de várias regiões do país (Norte, Centro e Regiões Autónomas).
Novas dinâmicas na animação de rua itinerante e alterações na disposição e decoração do recinto.
A ampliação dos parques de estacionamento, a maior fluidez na aquisição de bilhetes e um aumento da venda de bilhetes online na ordem dos 60% (mais de 8.000 ingressos) facilitaram em muito o acesso.
Richie Campbell deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 26.000 visitantes.
700 expositores.
Mais de 180 mil visitantes passaram pela FATACIL.
2017
Zé Pedro
25 de Agosto de 2017, marcava a ultima presença do guitarrista Zé Pedro dos Xutos & Pontapés na Fatacil e penúltima no Algarve.
Viria a falecer na sua casa a 30 de Novembro de 2017, devido a doença prolongada, associada a problemas hepáticos.
Recorde de visitantes diários com mais de 25 mil pessoas a assistir ao concerto dos Xutos & Pontapés.
A FATACIL recebeu mais de 170 mil visitantes.
700 expositores.
A organização reforçou a capacidade de estacionamento com a criação de um novo parque junto aos supermercados Aldi e Apolónia.
O certame passou a contar com um total de sete parques de estacionamento, elevando a capacidade global para cerca de 4000 viaturas de forma a facilitar o acesso ao recinto.
Construção da nova rotunda da FATACIL na EN125 melhorou o enquadramentos viário e o acesso ao Parque Municipal de Feiras e Exposições.
A grande novidade do programa equestre foi a vinda — pela primeira vez a Portugal — da prestigiada amazona francesa. Clémence Faivre apresentou três espetáculos da sua produção intitulada «Gotan», atuando em total liberdade com os seus cavalos e tornando-se um dos maiores destaques artísticos da feira.
2016
Renovação do recinto / Bilhetes online
Fatacil 2016
Apresentou uma profunda renovação estrutural e concetual para modernizar o certame após quase quatro décadas de existência.
Extinção da FATASUL e a consequente devolução da organização da FATACIL à Câmara Municipal de Lagoa.
Remodelação do Parque Municipal de Feiras e Exposições.
O recinto foi redesenhado para oferecer áreas mais amplas e abertas.
A nova arrumação melhorou significativamente as condições de segurança e garantiu uma maior fluidez na circulação das milhares de pessoas que visitavam a feira diariamente.
O antigo pórtico do recinto, considerado obsoleto e pouco funcional, foi demolido, tendo sido instalada uma estrutura mais moderna e apelativa, equipada com iluminação LED e um ecrã digital.
Novo espaço para “AMAR a TERRA”, organizado em parceria com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve voltou a colocar em destaque os produtos tradicionais da terra e do mar do Algarve.
O programa Equestre da FATACIL também esteve em destaque, com a presença do cavaleiro francês Gari Zoher, que se apresentou pela primeira vez em Portugal, e do Campeão do Mundo de Equitação de Trabalho, Pedro Torres.
Pela primeira vez na história do evento, a organização disponibilizou a compra de bilhetes online, facilitando o acesso ao recinto e reduzindo o tempo de espera nas bilheteiras físicas.
Agir deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 16794 visitantes no dia 22 de Agosto de 2016.
700 expositores.
Entraram mais de 170 mil visitantes.
2015 - 2005
Expansão e inovação
2015
Foi marcada por uma forte estratégia de renovação e modernização do certame.
Cerca de 40% dos expositores presentes foram totalmente novos, trazendo dinamismo e frescura à feira.
Houve um reforço na contratação de artesãos locais a trabalhar ao vivo, permitindo uma maior interação do público com os saberes tradicionais.
A restauração foi ampliada para oferecer uma maior diversidade regional, permitindo ao visitante viajar pelos sabores tradicionais de várias zonas de Portugal.
Foram criadas dinâmicas mais envolventes para captar o interesse dos visitantes ao longo do recinto, saindo do modelo puramente estático de exposição.
Foco especial na promoção dos vinhos da região, acolhendo iniciativas como o Concurso de Vinhos do Algarve e espaços dedicados à vitivinicultura local.
O setor do cavalo foi reestruturado sob a ambição de transformar a FATACIL na "capital do Cavalo Lusitano no Algarve".
A programação diária no picadeiro foi reforçada com apresentações de alta qualidade e espetáculos noturnos com cavaleiros de renome.
700 expositores.
Anselmo Ralph deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 26.000 visitantes no dia 30 de Agosto de 2015.
Ultrapassou os 170 mil visitantes.
2014
Trouxe uma forte renovação e um novo ciclo dinâmico para a feira de Lagoa.
Verificou-se o regresso dos dois palcos musicais no recinto.
O espaço "Amar a Terra", dedicado aos produtos locais duplicou de tamanho.
Houve animação móvel e permanente em vários pontos da feira com artistas de rua.
O espaço de diversões e recreação infantil foi totalmente reformulado.
600 expositores.
Xutos & Pontapés deteve o recorde de entradas diárias.
Entraram 150 mil visitantes.
2013
O mar foi o conceito criativo escolhido para toda a identidade visual e materiais de divulgação do certame.
600 expositores.
Contou também com a participação de cerca de 180 artesãos.
Recinto com uma área de 40.000 metros quadrados.
Entraram 113.373 visitantes.
2012
Reforço da oferta gastronómica tradicional e espaços de restauração no recinto em Lagoa.
Destaque para a participação da CCDR Algarve a divulgar novas áreas de acolhimento empresarial e projetos identitários locais como o Projeto TASA.
800 expositores.
Mais de 160 mil visitantes.
2011
O recinto da feira foi reduzido em comparação com anos anteriores, refletindo uma menor adesão global de expositores face aos constrangimentos económicos devido ao contexto de crise económica da altura.
700 expositores.
As noites de maior enchentes concentraram-se nos espetáculos de Quim Barreiros e no concerto final dos Xutos & Pontapés.
Entraram perto de 155 mil visitantes.
2010
Ficou marcada por um forte esforço de consolidação num período de desafios económicos gerais.
Foi reforçado o planeamento dos vários parques de estacionamento periféricos para garantir uma maior segurança e fluidez no tráfego de quem se deslocava a Lagoa.
Além do tradicional artesanato nacional, o certame apostou fortemente na exposição de artesanato proveniente dos cinco continentes, a par das mais recentes novidades tecnológicas e de maquinaria nos setores comercial, industrial e agropecuário.
750 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2009
Por ser a 30.ª edição, a organização apostou em reforçar a identidade da feira como o principal certame económico e de animação a Sul do Tejo, focando-se na consolidação dos setores tradicionais (artesanato, agricultura e gastronomia) ao mesmo tempo que modernizava a imagem do recinto.
O setor do artesanato nacional consolidou-se fortemente em 2009.
A feira passou a ser considerada, em conjunto com outros grandes certames nacionais, uma referência obrigatória e de prestígio para artesãos vindos de Norte a Sul do país, aumentando o rigor na seleção das peças e produtos expostos.
Uma das preocupações e melhorias operacionais da organização para acolher o habitual volume de visitantes foi o reforço e reorganização dos vários parques de estacionamento circundantes, garantindo maior segurança e fluidez no trânsito para quem se deslocava a Lagoa
750 expositores.
Entraram mais de 110 mil visitantes.
2008
Trouxe várias dinâmicas renovadas para se afirmar como o maior certame do sul de Portugal.
Uma das principais novidades na organização do programa foi a forte aposta em dias dedicados a setores específicos.
O certame arrancou logo com o Dia do Turista do Algarve, focado em atrair e homenagear os visitantes nacionais e estrangeiros que enchiam a região no pico do Verão.
O Picadeiro da feira ganhou forte dinamismo com exibições especiais, incluindo uma demonstração muito concorrida da Brigada Cinotécnica da GNR (treino de cães e cavalos).
O alinhamento de concertos apostou em grandes nomes da música portuguesa da época.
800 expositores.
Entraram mais de 110 mil visitantes.
2007
Forte foco na valorização e reestruturação do setor produtivo sob o mote oficial "Da serra ao mar - produtos de qualidade".
Uma das maiores novidades políticas e estruturais do evento foi a apresentação, pelo Governo e pela Secretaria de Estado, de um plano estratégico que passou a prever o apoio direto ao Setor: não apenas aos produtores e agricultores, mas também aos consumidores finais, através de novas campanhas de divulgação e promoção ativa dos produtos regionais.
Foco no Setor Agropecuário, sendo Algarve destacado como uma das cinco áreas prioritárias do país, utilizando a feira como a principal montra a Sul do Tejo para alavancar a visibilidade de produtos tradicionais da região.
A Direção Regional de Agricultura e Pescas utilizou o certame para impulsionar novos projetos e apoios técnicos focados em raças autóctones e na evolução da produção animal regional.
800 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2006
Inaugurada pelo então Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
O momento serviu para o chefe de Estado elogiar o sucesso crescente e o impacto económico do certame no turismo e na produção regional do Algarve.
O certame focou-se em modernizar a distribuição dos seus setores tradicionais (agricultura e artesanato) para acolher melhor o volume de visitantes, que na altura já consolidava a FATACIL como a maior feira de atividades económicas a sul do Tejo.
O palco principal muda-se para o campo de futebol, uma vez que na zona das tasquinhas já não permitia a afluência do elevado número de espetadores.
800 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2005
Ficou marcada como um período de transição física e estrutural do evento .
A organização começou a projetar mudanças para cobrir setores da feira, focando-se na transição das antigas estruturas temporárias para áreas mais centralizadas e profissionais. O objetivo era criar naves cobertas para os expositores de comércio e indústria.
O setor da agricultura e da pecuária ganhou reforço, solidificando a FATACIL como a maior montra económica do sul do país.
Houve um incremento na promoção de espetáculos equestres, com foco nas raças ibéricas e no cavalo de sela.
O palco principal recebeu melhorias técnicas de som e luz para acompanhar as exigências das produções dos artistas principais.
800 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2004 - 1994
Profissionalização e modernização
2004
Marcou o seu 25.º aniversário, focou-se na modernização das infraestruturas e na consolidação da feira como o maior certame económico do sul de Portugal.
Substituição progressiva de stands temporários por pavilhões de alvenaria e estruturas fixas, com especial foco na melhoria das condições para o setor do artesanato.
Obras de repavimentação de arruamentos no interior do recinto para melhorar a circulação e a acessibilidade dos milhares de visitantes diários.
Expansão das áreas periféricas de estacionamento e reorganização dos setores de exposição (comércio, indústria e agropecuária) para acomodar a crescente procura de expositores.
A aposta na música nacional continuou forte, incluindo concursos e a atribuição de prémios a novos talentos da composição e performance no Festival da Canção da FATACIL.
800 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2003
Ficou marcada por um forte investimento na modernização e requalificação do recinto.
A grande novidade visual e logística foi a substituição de várias instalações temporárias pela construção de infraestruturas definitivas nos pavilhões do artesanato, conferindo maior dignidade aos expositores.
Toda a zona de circulação interna do Parque de Feiras e Exposições de Lagoa foi intervencionada e repavimentada, melhorando significativamente a mobilidade dos milhares de visitantes e reduzindo o pó no recinto.
A organização apostou fortemente em criar melhores condições de acolhimento para cimentar o estatuto da FATACIL como o maior certame económico e cultural do Sul de Portugal.
Xutos & Pontapés deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 18.303 visitantes no dia 24 de Agosto de 2003.
800 expositores.
Entraram mais de 120 mil visitantes.
2002
A edição de 2002 foi a primeira realizada após a entrada em circulação física do Euro (em Janeiro de 2002).
Obrigou a uma reestruturação total das bilheteiras, tabelas de preços dos expositores e transações dentro do recinto, adaptando o comércio local à nova realidade da moeda europeia.
Em 2002, o cartaz musical da FATACIL já competia diretamente com os grandes festivais de verão nacionais, solidificando o formato de trazer uma grande banda ou artista nacional por noite (nomes habituais da época incluíam grandes produções pop-rock e música popular portuguesa).
Aposta na zona pecuária e no setor equestre, especialmente na pista de feira, começaram a ganhar um cariz muito focado nos espetáculos e competições equestres, algo que viria a tornar-se uma das principais imagens de marca da feira.
800 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
2001
A edição de 2001 teve um significado especial para o concelho, uma vez que a vila de Lagoa tinha acabado de ser elevada à categoria de cidade em Abril desse mesmo ano, servindo a FATACIL de montra para o renovado dinamismo da região.
Ficou marcada por uma reestruturação física importante e por números expressivos que consolidaram o certame como o maior evento de atividades económicas do Sul de Portugal.
Foi inaugurado o novo espaço equestre do Parque de Feiras.
Esta mudança deu uma nova centralidade e dignidade às atividades ligadas ao cavalo (como as demonstrações e competições de coudelarias), uma vertente que continuaria a crescer em relevância internacional nas edições seguintes.
Netinho deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 17.860 visitantes no dia 26 de Agosto de 2001.
800 expositores.
O certame registou uma afluência marcante, contabilizando um total de 113.373 visitantes pagantes ao longo dos 10 dias de feira.
2000
A edição da FATACIL do ano 2000 marcou uma viragem importante na história do evento, refletindo a transição para o novo milénio com modernização do recinto, profissionalização das áreas de exposição e uma aposta massiva em grandes concertos.
Momento de viragem estrutural para a FATACIL, transformando uma feira de cariz marcadamente regional num certame moderno e de projeção nacional.
A feira deixou de ser um mercado regional focado maioritariamente na agropecuária e artesanato tradicional para se assumir como o maior evento de animação turística e económica do verão algarvio
O Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa começou a sofrer intervenções substanciais na sua organização espacial.
A viragem do século exigiu que a FATACIL deixasse de ser uma feira essencialmente assente em pavilhões temporários.
O início da transição de tendas precárias para a construção de estruturas e pavilhões definitivos, oferecendo melhores condições aos artesãos e expositores.
Houve uma reestruturação dos stands para criar circuitos de visita mais fluidos, melhorando a experiência do público e a visibilidade dos expositores.
A feira adotou uma gestão mais empresarial, focada na atração de marcas nacionais e internacionais.
Pela primeira vez, a feira adaptou fortemente a sua comunicação para o turismo de massas que enchia o Algarve em Agosto.
A comunicação visual e as campanhas promocionais foram modernizadas para atrair não só os residentes e os turistas tradicionais, mas também o público corporativo.
Foi nesta fase que a tecnologia e a informatização começaram a ganhar espaço na logística do evento, desde as bilheteiras até ao suporte técnico disponibilizado aos expositores.
O crescimento do número de expositores obrigou a uma divisão muito mais profissional e organizada do espaço.
Os setores do Comércio, Indústria, Artesanato, Agricultura e Turismo ganharam áreas delimitadas e pavilhões com melhores infraestruturas.
Embora a agricultura continuasse a ser um pilar, o espaço físico dedicado ao gado e às alfaias agrícolas tradicionais começou a encolher para dar lugar a stands institucionais, imobiliários e de serviços.
Foi por volta do ano 2000 que a FATACIL cimentou a estratégia de trazer os maiores nomes da música nacional (e internacional) todas as noites, rivalizando com os grandes festivais de verão.
Os concertos no palco principal consolidaram-se como um dos maiores motores de bilheteira, atraindo desta forma um público mais jovem.
O setor equestre ganhou uma nova centralidade, com a introdução de exibições noturnas mais coreografadas e profissionais, atraindo muito público espanhol e entusiastas da criação de cavalos.
A feira autonomizou e profissionalizou áreas específicas de grande sucesso, como a Feira do Cavalo (que ganhou dimensão internacional) e a zona de restauração dedicada à gastronomia e aos vinhos algarvios, gerando maior valor económico.
As tasquinhas informais começaram a dar lugar a restaurantes geridos por associações locais e marcas de renome, focando-se na promoção ativa da gastronomia algarvia (como o marisco, o pão regional e os doces de amêndoa e figo) como um produto turístico de excelência.
O artesanato local passou a conviver diretamente com o artesanato internacional e exótico, acompanhando a procura dos visitantes de fora.
Campanhas de repavimentação de arruamentos internos para eliminar os problemas crónicos de poeira e terra batida dos anos 80 e 90, facilitando a circulação dos milhares de visitantes.
A moldura humana anual disparou nesta viragem do milénio, preparando o caminho para as enchentes históricas que hoje ultrapassam os 200 mil visitantes.
Silence 4 deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 16.785 visitantes no dia 27 de Agosto de 2000.
800 expositores.
Entraram 116.118 visitantes pagantes.
1999
Para celebrar os 20 anos do certame, a organização promoveu um concurso público nacional para a criação de um novo cartaz promocional e imagem da feira, atribuindo menções honrosas a designers nacionais para modernizar o logótipo e a promoção do evento.
Focou-se na modernização logística e no fortalecimento do cartaz de espetáculos.
Marcou uma transição clara para pavilhões e stands mais empresariais e modulares no setor do Comércio e Indústria, afastando-se do modelo puramente "regionalista" das primeiras edições.
Destaque para o Setor Automóvel e Imobiliário, com o boom económico e imobiliário que o Algarve vivia no final dos anos 90, estes dois setores ganharam um protagonismo e uma área de exposição muito superiores aos anos anteriores dentro do recinto.
No setor Agropecuário, embora a agricultura continuasse a ser um pilar, a zona de exposição animal começou nesta época a encolher ligeiramente para dar lugar a mais esplanadas e zonas de restauração, devido ao enorme fluxo de visitantes noturnos.
A edição de 1999 preparou o terreno para o crescimento massivo que a feira viria a registar nos anos 2000.
Xutos & Pontapés deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 16.392 visitantes no dia 25 de Agosto de 1999, integrada na emblemática Tour 1999.
800 expositores.
Entraram 119.789 visitantes pagantes.
1998
O final da década de 90 marcou a transição da FATACIL de uma feira regional para um evento de escala nacional.
Em 1998, registou-se uma maior segmentação dos espaços de exposição, dividindo de forma mais clara o artesanato técnico e tradicional das grandes máquinas agrícolas e comerciais.
Foi neste período que as exibições, competições e espetáculos com cavalos lusitanos ganharam uma área dedicada e maior protagonismo na agenda diária da feira, atraindo criadores de todo o país.
Em termos de espaço físico, o setor dos animais vivos começou progressivamente a diminuir para dar lugar a stands institucionais, de turismo e de comércio tecnológico/industrial, refletindo a própria mudança económica do Algarve.
Além das habituais tasquinhas e restaurantes regionais de petiscos, a feira começou a integrar uma oferta de restauração mais estruturada para responder às dezenas de milhares de visitantes que causavam anualmente grandes congestionamentos nos acessos a Lagoa.
O palco principal da FATACIL começou a receber produções de maior dimensão e artistas de renome da música popular e do pop-rock português, deixando de ser apenas um espaço para o folclore e música tradicional regional, que passaram a ocupar palcos secundários.
Demis Roussos deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 18.303 visitantes no dia 30 de Agosto de 1998.
800 expositores.
Entraram 121.259 visitantes pagantes.
1997
Representou um momento de consolidação do certame como o principal evento generalista de verão no Algarve.
Naquela época, a feira equilibrava a sua essência tradicional com o crescimento comercial e técnico.
O entretenimento ainda era marcado pela forte presença de roulotes de rua tradicionais (como as famosas roulotes de cachorros-quentes) e fotógrafos locais que registavam os momentos dos visitantes em formato analógico.
Ao contrário das edições modernas, em 1997 a componente da agricultura e pecuária tradicional ainda ocupava uma área significativamente maior e mais central no recinto. Havia uma exposição viva de maquinaria agrícola e animais da região.
A feira começou a abrir mais espaço para stands dedicados ao comércio de retalho, ao imobiliário e ao turismo em expansão no Algarve, equilibrando a tradicional mostra de artesanato com o tecido industrial emergente.
O artesanato continuava a privilegiar artesãos a trabalhar ao vivo (olaria, cestaria e fiação), algo que atraía muito o turismo estrangeiro que começava a descobrir o certame em massa.
O subsetor dos vinhos da região, em colaboração com a Comissão Vitivinícola do Algarve, ganhou maior protagonismo nos stands de gastronomia, impulsionando a produção local de Lagoa.
A edição de 1997 é recordada pelos habituais visitantes como uma das épocas de "ouro" da feira, num período em que o recinto do Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa ainda mantinha um ambiente muito familiar e focado na simplicidade.
Delfins deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 21.025 visitantes no dia 24 de Agosto de 1997.
700 expositores.
Entraram 108.914 visitantes pagantes.
1996
O espaço agropecuário era significativamente maior em termos proporcionais do que viria a ser nas décadas seguintes. A exposição de animais e a vertente agrícola tradicional ocupavam um papel central e de grande destaque físico no recinto.
Os expositores mantinham uma escala mais intimista, focada na simplicidade do artesanato feito à mão e no comércio regional direto.
As novidades da época passavam pelo formato clássico de feira de verão dos anos 90, com as tradicionais roulotes de rua.
O grande marco cultural daquela edição foi o encerramento com o concerto-espetáculo dos Delfins, que eram uma das maiores bandas da pop/rock nacional do momento e que obtiveram o recorde de entradas diárias, com um total de 22.885 visitantes no dia 28 de Agosto de 1996.
Nesse dia esgotaram-se os 125.000 bilhetes que foram emitidos para esse ano, tendo a organização de vender nas bilheteiras sobras de ingressos dos anos anteriores.
700 expositores.
Entraram 133.885 visitantes pagantes.
1995
O evento registou desenvolvimentos estruturais marcantes na sua evolução histórica.
A feira atingiu a maturidade no seu formato atual, equilibrando a forte componente do artesanato tradicional e ao vivo (proveniente de todas as regiões do país) com a expansão das áreas destinadas ao comércio, grandes marcas, automóveis e à maquinaria agrícola.
O espaço dedicado à agricultura e à pecuária assumia dimensões significativamente maiores do que nas edições atuais, funcionando como uma montra crítica para os produtores locais e para o debate de políticas agrícolas regionais numa época pós-adesão à UE.
A feira cimentou a tradição de trazer os nomes mais sonantes da música e da cultura portuguesa para o palco principal, convertendo-se num festival de massas capaz de atrair dezenas de milhares de visitantes por noite e impulsionar a gastronomia regional nas suas tasquinhas.
700 expositores.
Entraram 114.683 visitantes pagantes.
1994
Ficou marcada por um importante passo de consolidação institucional e urbanística do evento.
Em maio de 1994, foi oficialmente ratificado em Diário da República o Plano Diretor Municipal de Lagoa.
Este documento delimitou formalmente e salvaguardou a área de exposição da FATACIL a sul da vila de Lagoa, garantindo a proteção e o planeamento a longo prazo do recinto para a expansão das suas infraestruturas.
Seguindo a tendência iniciada no final dos anos 80 e início de 90, a feira expandiu a sua capacidade de expositores.
O certame deixou de ser apenas um espaço de romaria regional e consolidou-se em 1994 como o principal polo económico de negócios do sul de Portugal durante o verão.
Houve uma clara aposta na transição de stands improvisados para estruturas mais organizadas e permanentes, dividindo melhor as áreas dedicadas ao artesanato, à gastronomia e à exposição de maquinaria agrícola/pecuária.
Fafá de Belém deteve o recorde de entradas diárias, com um total de 17.200 visitantes no dia 21 de Agosto de 1994.
700 expositores.
Entraram 112.398 visitantes pagantes.
1993 - 1983
Afirmação inicial e consolidação
1993
Representou um marco histórico de transição estrutural para a FATACIL, com mudanças de natureza organizacional e jurídica.
Em 1993, a organização da feira deixou de estar dependente de comissões organizadoras municipais e tarefeiras tradicionais e passou a ser gerida pela recém-criada FATASUL – Associação para o Desenvolvimento de Lagoa e do Algarve.
Esta mudança orgânica e política na autarquia de Lagoa visou dar maior autonomia e capacidade logística ao evento, preparando o recinto para a grande expansão que se seguiu ao longo da década de 1990.
Foi a partir desta reestruturação que a feira se consolidou de forma definitiva como o principal certame económico e cultural generalista de todo o Algarve.
Essas fundações criadas em 1993 permitiram que o espaço físico ganhasse, nos anos seguintes, infraestruturas permanentes (como pavilhões fixos de artesanato e arruamentos alcatroados), transformando uma antiga feira regional num evento de massas que atrai centenas de milhares de visitantes todos os verões.
700 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1992
Registou uma das suas maiores viragens históricas precisamente em 1992, com a conclusão do seu recinto próprio.
O atual Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa foi construído e estruturado faseadamente entre 1989 e 1992, coincidindo o ano de 1992 com a conclusão da infraestrutura permanente do espaço onde a feira se realiza.
A edição de 1992 marcou a consolidação do espaço físico da feira.
Deixaram de se utilizar estruturas puramente temporárias para dar lugar à construção de pavilhões fixos e arruamentos devidamente pavimentados dentro do recinto.
A criação deste recinto dedicado permitiu albergar um número muito maior de expositores das áreas representadas no acrónimo (comércio, indústria, artesanato e agricultura), acompanhando o crescimento económico do Algarve e a afirmação do turismo na região.
A delimitação fixa do parque ajudou a organizar melhor as zonas destinadas à exposição de animais (pecuária) e permitiu desenhar zonas amplas para os palcos principais, transformando os concertos diários num dos grandes pilares de atratividade do evento.
Esta transição em 1992 foi fundamental para projetar o evento, permitindo que a feira deixasse de ser um certame de caráter estritamente regional para se transformar na maior e mais prestigiada feira generalista do sul do país.
700 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1991
Ficou marcada na história do certame por uma expansão audaciosa e informal para novos terrenos, impulsionada pela necessidade urgente de espaço devido ao crescimento exponencial que a feira vinha a registar desde o final dos anos 80.
Em tom de brincadeira que se tornou realidade, a organização decidiu expandir o certame.
Além do recinto principal no Parque Municipal, a feira estendeu-se para o Campo de Futebol do Grupo Desportivo de Lagoa.
Esta expansão trouxe um grande problema técnico. O posto de transformação local não tinha capacidade para fornecer os 200 KWA adicionais necessários, e a infraestrutura elétrica custaria cerca de 10 mil contos (uma fortuna para a época).
A organização contornou o problema de forma engenhosa, trocando um espaço de exposição com um feirante em troca da cedência de um gerador de grande potência a custo zero.
E desta forma a partir de 1990 a FATACIL conseguiu ampliar o seu espaço de exposição do sector comercial e industrial em mais 50%.
Palco principal muda-se para o recinto das tasquinhas.
600 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1990
O início da década de 1990 coincidiu com mudanças na liderança política da Câmara Municipal de Lagoa.
O histórico presidente Abel Santos, um dos grandes impulsionadores da feira, cessou funções no início de 1990.
Esta mudança política refletiu-se na renovação quase total dos membros da Comissão Organizadora da FATACIL, trazendo uma nova visão de gestão e a modernização dos processos de inscrição e métodos de trabalho administrativos.
Nos anos 80, a feira tinha um cariz muito mais regional e focado no espaço agropecuário tradicional.
A partir de 1990, a FATACIL começou a ganhar a dimensão de "maior feira a sul do Tejo".
Registou-se uma abertura maior a expositores nacionais e internacionais, o que obrigou à reorganização e ampliação dos setores de comércio, indústria e turismo, equilibrando-os com o tradicional artesanato e a agricultura.
A feira passou a investir fortemente na vinda dos maiores nomes da música portuguesa e de bandas de topo, tornando o palco principal num dos principais chamarizes de visitantes durante as noites quentes de Agosto.
Com o aumento exponencial do número de visitantes (que começou a atingir as centenas de milhares ao longo dos 10 dias de certame), o Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa começou a sofrer melhorias infraestruturais graduais.
Isso incluiu a criação de melhores acessos, reorganização das zonas de restauração e melhorias na área de exposição de gado e equestres.
600 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1989
O ano de 1989 foi um marco histórico fundamental para a FATACIL.
A principal mudança e novidade desse período centrou-se na reestruturação e expansão física do recinto.
Foi precisamente em 1989 que se iniciaram as obras de planeamento e construção dos terrenos de exposição permanentes da feira (processo que decorreu entre 1989 e 1992). Até então, a estrutura dependia de moldes muito mais provisórios.
Com esta mudança, o certame deixou de ser apenas uma feirinha regional para passar a ter uma infraestrutura capaz de acolher centenas de novos expositores comerciais e institucionais com melhores condições de logística.
Esta transformação no final dos anos 80 permitiu à feira acompanhar o boom do turismo no Algarve e transformar o recinto num ponto fixo de grande relevância na região.
No final da década de 1980, o certame já se tinha consolidado como um dos principais motores económicos e turísticos do sul de Portugal.
No primeiro dia da Fatacil de 1989 a enorme multidão que encheu o novo sector de tasquinhas surpreendeu todos os tasqueiros.
489 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes pagantes.
1988
O certame atravessava uma fase crucial de viragem motivada por eventos dos anos imediatamente anteriores.
Após a Comissão Organizadora ter herdado um passivo avultado de gestões anteriores em meados da década (cerca de 5.000 contos em 1986), o período em torno de 1988 ficou marcado pelo rigor orçamental e pela recuperação financeira do evento.
Isto permitiu estabilizar as contas e garantir a continuidade da feira sem o espetro das dívidas.
Foi uma época de transição e profissionalização dos serviços de secretariado e organização.
A introdução de novos métodos de gestão e informatização progressiva (substituindo os antigos dactilógrafos) começou a ditar a modernização dos processos de inscrição dos expositores.
Expansão da área do recinto dedicada à exposição de gado e às atividades hípicas (que mais tarde viriam a originar o Setor Cavalo).
250 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1987
A FATACIL de 1987 ficou marcada como um ano de transição profunda, reorganização estrutural e forte consolidação financeira.
Após o surgimento de uma nova comissão organizadora que assumiu o certame em 1986 com um passivo financeiro considerável herdado de gestões anteriores, o ano de 1987 representou o momento de estabilizar as contas e profissionalizar os métodos de trabalho da FATACIL.
Ocorreu uma mudança quase total nos membros da organização e do secretariado, levando à modernização dos processos de inscrição de expositores e da gestão de expediente geral.
A feira afirmou-se definitivamente como o principal motor económico e polo de atração turística do sul do país, acompanhando o crescimento e o boom imobiliário e turístico que o município de Lagoa registava na altura.
O evento começou a afastar-se do formato puramente tradicional de "feira regional" dos primeiros anos da década (iniciada em 1980) para adotar uma logística mais rigorosa na montagem das infraestruturas e stands setoriais.
Construção em alvenaria do actual secretariado e pavimentação em cimento de um número significativo de stands.
Primeira atuação dos Xutos & Pontapés na FATACIL.
250 expositores.
Entraram mais de 115 mil visitantes.
1986
Passou por um período desafiante de transição financeira e estrutural, marcado por mudanças na sua gestão e pela necessidade de otimizar um recinto que ainda dava os primeiros passos rumo à modernização.
A Comissão Organizadora de 1986 assumiu o certame com um passivo de cerca de 5.000 contos (moeda da época) deixado pela gestão anterior.
Este défice deveu-se, em grande parte, ao investimento feito na compra de centenas de tubos metálicos de andaimes para montar as estruturas fixas dos pavilhões.
Ao contrário do recinto moderno atual, as únicas infraestruturas de alvenaria em 1986 eram os sanitários, o quadro elétrico de distribuição, o posto de transformação, os muros de vedação, o pórtico de entrada e as bilheteiras.
O secretariado da feira e o restaurante principal funcionavam em barracas de madeira, ilustrando o ambiente mais rústico e "decorativo" que caracterizava o evento em meados dos anos 80.
Todos os stands tinham pisos em terra batida e eram montadas com madeiras presas com arames e cobertas com redes sombreadoras.
Apesar das limitações estruturais, os principais percursos do Parque Municipal de Feiras e Exposições já se encontravam asfaltados em 1986, mantendo um desenho urbano muito semelhante ao que a feira apresenta hoje em dia.
250 expositores.
Entraram 114.683 visitantes pagantes.
1985
O ano de 1985 marcou o fim da fase de afirmação inicial e consolidação da FATACIL.
Foi o período em que a feira se estabeleceu definitivamente com as cinco grandes vertentes (Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria), deixando de ser um pequeno certame regional para se preparar para o salto de projeção nacional.
Expandiu-se significativamente até 1985 para conseguir albergar o crescente tecido empresarial e agrícola do Algarve, que procurava o certame como ponto central de negócios no Verão.
Coincidindo com a consolidação do turismo no Algarve na década de 80, a feira adaptou o seu programa e os seus horários para atrair não só residentes locais, mas também os primeiros grandes fluxos de turistas nacionais e estrangeiros.
250 expositores.
Entraram mais de 100 mil visitantes.
1984
O grande destaque político e institucional de 1984 foi a visita oficial do então Primeiro-Ministro de Portugal, Mário Soares.
Esta presença ajudou a consolidar a feira no panorama nacional e a dar-lhe o estatuto de principal certame económico e cultural a sul do Tejo.
Crescimento de Expositores e Setores, seguindo a tendência dos primeiros anos da década de 80, a feira expandiu a sua área e integrou de forma mais robusta as componentes de maquinaria agrícola e representações comerciais, acompanhando o boom do turismo no Algarve.
Estreia de artesãos marcantes que começaram a participar, figuras tradicionais que viriam a tornar-se ícones do evento ao longo das décadas seguintes, como foi o caso da última tecedeira de Monchique, Maria Nunes, cuja presença habitual (mais de 30 anos consecutivos) no certame começou precisamente em 1984.
250 expositores.
Entraram mais de 80 mil visitantes.
1983
O certame consolidou um crescimento exponencial, atraindo dezenas de novas empresas regionais, comerciantes e criadores que viam no evento a grande montra do Algarve.
O recinto original (que antecedeu a criação do Parque de Feiras definitivo construído entre 1989 e 1992) começou a ser reorganizado em 1983 para conseguir albergar de forma mais estruturada os diferentes setores que compõem a sigla FATACIL: o artesanato tradicional, a promoção turística, as novidades da maquinaria agrícola e o comércio local.
Começou a apostar de forma mais vincada em atrair o público não apenas pela atividade comercial, mas também pelos espetáculos e gastronomia, uma fórmula que se tornou a imagem de marca do certame até aos dias de hoje.
A feira rapidamente ultrapassou a barreira dos milhares de visitantes diários, impulsionada pelo forte crescimento do turismo na região algarvia na mesma época.
250 expositores.
Entraram mais de 60 mil visitantes.
1982
Criação do Parque Municipal
Inaugurada pelo Presidente da República António Ramalho Eanes.
Decorreu juntamente com a 1ª Feira Nacional de Artesanato do Algarve.
Criado o Parque Municipal de Feiras e Exposições de Lagoa.
Contou com 200 expositores.
200 artesãos.
Recebeu cerca de 40 000 pessoas.
6 000 000$00 de movimento de caixa.
1981
Mudança para Fatacil
Em 1981, mudou de nome para FATACIL.
Organizada pela Câmara Municipal de Lagoa e Junta de Freguesia de Lagoa.
Contou apenas com 60 expositores.
Recebeu cerca de 10 000 pessoas.
2 000 000$00 de movimento de caixa.
5 000 000$00 de movimento comercial.
1980
1ª edição da Feira
A 21 de Junho de 1980 realizava-se a 1ª Feira Regional de Lagoa.
Organizada pela Junta de Freguesia de Lagoa.
No Parque de Jogos Capitão Josino da Costa, em Lagoa, no Algarve.
Contou apenas com 11 expositores.
Recebeu cerca de 1.500 pessoas.
112 000$00 de movimento de caixa.
O valor de 112 000$00 refere-se a cento e doze mil Escudos Portugueses (PTE), a antiga moeda oficial de Portugal, convertido para a moeda atual, este montante equivale a 558,65 €.
O evento cresceu e tornou-se na maior feira generalista de atividades económicas, artesanato, turismo, agricultura, comércio e indústria a sul do Tejo.
CARTAZES - FATACIL
1980 - 2026
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